Quais são os tipos de teste de software e como eles funcionam?

8/1/2019 - DesenvolvimentoGerenciamento de ProjetosSoftwareTecnologia

O teste de software deve fazer parte de todo o desenvolvimento de um sistema, passando pela concepção, implementação de requisitos de qualidade e entrega ao cliente. O objetivo dessa atividade é revelar bugs e falhas lógicas que podem comprometer a integridade, disponibilidade e segurança dos dados.

Por meio da estruturação de procedimentos de qualidade, é possível reduzir o volume de erros que podem ser comuns em qualquer projeto. Para isso, as melhores técnicas são selecionadas e uma equipe de profissionais altamente qualificada deve se responsabilizar pelo processo.

Neste post, vamos apresentar os tipos de teste de software e como essa forma de prevenção pode ser menos onerosa que a correção de problemas. Acompanhe!

Quais são as fases do teste de software?

Esse processo passa por diversas fases até que seja encerrado. São elas:

  • unitária: quando ocorre a validação dos componentes individuais do software com a codificação;
  • integrada: etapa em que são localizados erros associados às interfaces entre módulos, ainda na fase de codificação;
  • sistemática: avaliação de requisitos como funcionalidade, formas de navegação, performance e outros elementos preestabelecidos em contrato;
  • aceite: quando pessoas pré-selecionadas conferem se o software está pronto e adequado para a entrega ao usuário final.

Quais são os tipos de teste de software?

Existem inúmeros tipos de simulação de software que podem ser aplicados para garantir a qualidade do processo de desenvolvimento. Pode-se listar os testes:

  • de configuração: observa se o software funciona no hardware de destino;
  • de instalação: confere se a implementação ocorreu de acordo com o plano, sob condições adversas (espaço de memória inferior ou interrupções de rede, por exemplo);
  • de integridade: avalia a robustez do software e se os dados se mantêm inalterados no caso de falhas;
  • de segurança: verifica a vulnerabilidade do sistema, se são mantidos os requisitos de disponibilidade, integridade e confidencialidade em relação a possíveis ameaças.
  • funcional: viabiliza as funcionalidades do software, para verificar sua usabilidade;
  • de unidade: simula componentes isolados (blocos de códigos) do sistema;
  • de integração: checa os componentes de forma combinada, para que cada bloco de códigos seja testado em unidade;
  • de volume: atesta se o programa suporta diferentes volumes de dados durante um longo período de tempo;
  • de performance: divide-se em ensaios de carga, stress (em condições extremas de uso) e estabilidade (após certo período de uso contínuo);
  • de usabilidade: analisa questões que focam na experiência do usuário, como design;
  • de regressão: o reteste é utilizado para avaliar os requisitos de qualidade quando ocorre alguma modificação recente;
  • de manutenção: avalia a interferência da mudança de ambiente no desempenho do software.

Como acontece o processo de teste?

Durante esse processo, ocorre o planejamento, execução e controle para viabilizar o encerramento do projeto. Entenda melhor sobre cada uma dessas fases, a seguir!

Planejamento

Nessa fase, é definido o escopo das atividades que serão realizadas, de acordo com os objetivos propostos. Além disso, são estabelecidos os requisitos para a verificação, com cronogramas das atividades para acompanhar o andamento do projeto.

Execução

Na execução são colocados em prática os tipos de testes de software escolhidos para o projeto específico, segundo a ordem cronológica proposta. Nessa fase, as ferramentas que serão utilizadas são escolhidas e testadas.

A automação é uma possibilidade eficiente quando há a necessidade de otimizar o tempo de execução das tarefas, com ciclos menores de desenvolvimento sem comprometer a qualidade do resultado (organização do código e builds, por exemplo).

Além de aumentar o alcance dos exames, já que evita o trabalho manual, torna o processo mais efetivo. Apesar disso, seu sucesso está relacionado a um planejamento eficiente e a identificação dos grupos de código que serão automatizados.

Controle

Após a execução, são definidas métricas de desempenho e qualidade para avaliar os resultados obtidos e atestar se está de acordo com a expectativa inicial.

É preciso ter em mente que a qualidade do software é intimamente ligada à sua usabilidade, segurança, pleno funcionamento, fácil manutenção e funcionalidades adequadas para o usuário a que se destina.

Por isso, existem órgãos regulamentadores que instituem esses requisitos para a qualidade padrão do software, como o International Organization Standardization (ISO) e a International Electrotechnical Comission (IEC).

Como visto, para assegurar que tudo ocorre corretamente, é preciso realizar um ou mais dos tipos de teste de software. Somente após atender a esses requisitos que o sistema pode ser realmente entregue ao cliente.

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